Segunda-feira, Agosto 15, 2005

Faz teeeeeeeeeeempo que me mudei, definitivamente, para o Pensamento Nômade

Quinta-feira, Agosto 19, 2004

Hoje escrevi um novo post para o blog "Meu lado efêmero". Me mudei definitivamente para lá.
O endereço é meuladoefemero.blogspot.com

Quinta-feira, Julho 01, 2004

Preciso postar mais.

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Faça você também Que
gênio-louco é você?
Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia

Domingo, Junho 20, 2004

Que beleza este artigo, do colunista Susto.

Bombando fora - 14/06/2004

Reagan morreu. Segue-se uma semana inteira de homenagens ao mais popular de todos os presidentes que os EUA já teve, tanto fora quanto dentro do país.

O que ele foi durante sua carreira? Bush chama-o de herói. Diz que ele ajudou a salvar a humanidade. Devemos ficar tristes e prestar nossos pêsames por esta grande perda? Ao contrário de Reagan, Bush é, fora do paÃÂ?s, o menos popular entre todos os presidentes dos EUA. E vamos abrir o olho, pois não é ÃÂ? toa (creio eu que todos nós já sabemos). Seria o herói Reagan tão diferente do vilão Lex Luthor Bush?

Reagan foi eleito e re-eleito nos anos 80, uma década marcante. Como os anteriores anos 70, denominados de lisérgicos anos 70, é assim que chamam a década de 70. E sabem como chamam a década de 80? DÉCADA DO GENOCÃ�DIO.
[Leia mais]


Sexta-feira, Junho 04, 2004

Como é bom ver o NECCSO florido... três rosas estão aqui. Eu (falca cosméticos), a Dami (falca viagens) e a Lisi (falca stress), rosas de um grande jardim.
ALEGRIA, ALEGRIA!!!
Como a vida sabe ser boa, principalmente se deixamos a vida acontecer...!
Gurias, obrigada pela amizade de vocês.
Aí vai:
"Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos." Elmer G. Letterman
Ainda: VINÍCIUS, Feliz Aniversário!
LUCINE, Feliz Aniversário!
ANELISE, Feliz Aniversário!

ADORO TOD@S VOCÊS!!!

Quarta-feira, Junho 02, 2004

[Na Casa da Lady Cibele]

Anelise, este é o nome de uma amiga minha que, diga-se de passagem, é uma pessoa muito querida e especial. Ela vive fazendo mil e uma coisas... e, entre estas coisas, está bem envolvida em organizações de eventos. Tanto que há tempos me convidava para ir ao
Sunga's Bar num domingo, onde tem a "Casa da Lady Cibele".


Abaixo uma "definição" da proposta deste espetáculo, que achei na internet:


SUNGABAR
AOS DOMINGOS
21h, Cristóvão, 772.

A CASA DA LADY CIBELE!

Um ótimo motivo para você terminar seu final de semana em altíssimo astral.
Num formato de programa de auditório A CASA DE LADY CIBELE, é a mais nova proposta de entretenimento ao público em geral da cidade. Lá tudo de bom pode acontecer, convidados especiais do meio cultural e artístico, dublagens, entrevistas, interatividade com a platéia, quadro de transformação, surpresas e surpresas e o mais importante o bom humor.
O programa estreou há sete semanas [AGORA ESTÁ FAZENDO UM ANO DE ANIVERSÁRIO] e já é sucesso perante o público espectador.
Uma produção bem cuidada e ambiente agradável com ótimas acomodações transformam a fantástica danceteria recentemente inaugurada em um verdadeiro palco teatral.
Isto estava nesta página



O que posso dizer? Anelise! Obrigada por termos ido lá! Eu adorei.
Gostei de ver o espaço de afirmação que está sendo construído lá. Isto porque os convidados e as duas apresentadoras que vi quando fui lá (no domingo passado) eram travestis (menos um rapaz que fez um striptease), que mostram a todo instante que há toda uma rede de significados sobre estes grupos e que ali, naquele espaço e lugar, está funcionando e sendo construído, tudo ao mesmo tempo, novos modos de ver estes humanos. É um assunto complexo, mas o que eu quero dizer é que acho maravilhoso a cultura gay poder ter espaços de auto-afirmação, de valorização, espaços em que as pessoas identificadas como gays e lésbicas (e... outras coisas que não sei nomear e que, ainda bem, existem!) possam "ancorar" os modos como estão sendo humanos. Quando penso, por exemplo, em ser sujeito, não penso que há uma resposta única, fixa, determinante... mas que a todo instante estamos nos transformando em novos humanos; sujeitos assujeitados (aí há espaço para a resistência, os devires...) a poderes e saberes que produzem verdades, modos específicos de nos reconhecermos conforme determinadas regras criadas e naturalizadas.
Isto me leva a reconhecer e me ALEGRAR muito em ver espaços em que novos poderes e saberes estão sendo criados e difundidos... pois, quem sabe assim, de tanto nos revoltarmos com certos saberes e "verdades" fabricados pela mídia (que, por exemplo, reiteradamente colocam nas suas tramas os homossexuais como chacota, figuras cômicas, seres que pensam só em sexo...) -e por outras instâncias também- possamos criar mais e mais lugares de resistência a autonomeações depreciativas e de afirmação da multiplicidade de formas de ser gente. Afinal, de tanto serem ditos e reditos certas coisas, podemos estar criando novas formas de nos relacionarmos uns com os outros e, no caso da Casa da Lady Cibele, formas que ajudam a produzir imagens sobre os gays, lésbicas, travestis, transexuais, etc., distanciadas dos velhos estereótipos que há tempos e tempos aprendemos, muitas vezes sem problematizar, questionar, criticar...



Sexta-feira, Maio 21, 2004

[a produtividade das novas tecnologias]


Para conversar um pouco:

numa disciplina eletiva que estou fazendo aqui na FACED tem entrado, ora ou outra, as novas tecnologias como exemplo de um produto que afasta as pessoas, que desaproxima. Esta hipótese é levantada para explicitar o argumento de que as pessoas estão se relacionando menos, se vendo e tocando menos, substituindo estes vínculos (o frente a frente) pelo contato por email, etc. Vêemm, então, as novas tecnologias de certa forma como algo nocivo, que estaria desumanizando os humanos.
Nem preciso dizer que não concordo... primeiro porque não creio que existe algo (as novas tecnologias) aqui, separado de todo o resto. As novas configurações sociais, que estão transformando as nossas vidas, não são resultado apenas de um produto, de um único fator.
Na idade média, por exemplo, as pessoas se guiavam pelos seu corpo (o espaço e o tempo não eram controlados como agora...), paravam de trabalhar porque o seu corpo pedia, comia porque estavam com fome; com a "era" moderna (a popularização do dinheiro, a delimitação do espaço e do tempo -criação dos relógios, a célebre separação cartesiana entre corpo e mente, o capitalismo...) outros modos de relação consigo mesmos e com os demais foi sendo criado. Com isso, podemos pensar que vários fatores (não apenas um) influiram para que novos modos de viver fossem criados... Atribuir, então, aos computadores (como foi mais exposto) a "culpa" pela falta de afeto e proximidade entre as pessoas é desconsiderar a própria produtividade dos acontecimentos históricos.
Escrevo isto para pensar melhor no assunto, pois mais do que fixar um único modo de olhar para as tecnologias talvez possamos pensar que também subvertemos as coisas... e neste mundo louco, neoliberal, onde o lucro parece ser o único mandamento, poder criar e recriar outras formas de interação humanas devem ser bem vindas... Assim, acredito que o uso da internet também aproxima, embala, desperta... não é à toa que vemos, por exemplo, grandes comunidades de pessoas que se gostam e se curtem se encontrando nos territórios virtuais, pessoas que se conheceram pela rede e que estão sempre se contatando... Por tudo isto, que tal sempre tentarmos fugir de ver as coisas por um único enfoque, que tal em vez das "certezas" fixas as provisórias, abertas...?

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